Posts tagged ‘“viagens”’

  • Grandeza invisível

    Data:2010.09.01 | Categoria"viagens", filosofias | Resposta:0

    Na física, aprendemos que existem duas grandezas para medir, as escalares e as vetoriais. Explicações a parte, as escalares são aquelas na qual o valor sempre é em módulo, enquanto que as vetoriais consideram o sinal para definição do sentido. No caso, eu estou falando de uma grandeza que está presente em todos os momentos da nossa vida e dificilmente percebemos, ou melhor, damos atenção à ela, a grandeza vetorial do tempo.

    Noutro dia, enquanto dirigia pra casa, fiquei pensando sobre o tempo e a importância dele para nós. Sem perceber usamos a referência do tic-tac. Ao observar minha namorada dançar em uma aula de ginástica, percebi como é impressionante a sincronia entre os bailarinos. Na aula, o professor colocava uma música, na maioria um axé, e ia dando instruções de passos. O que me impressionou foi a rapidez com que as meninas (sim, eram todas meninas) encontravam o pulso da música e entravam em sincronia.

    A mesma coisa acontece com músicos de uma sinfonia. Dezenas de músicos com cada grupo responsável por um timbre, por momentos de notas e silêncios, trabalhando em consonância na reprodução de uma música em compassos certos.

    Na engenharia este respeito pelo relógio está presente, e um exemplo são os motores, que têm seus pistões e válvulas rigorosamente alinhados e postos para agir em sincronia com outros. No trânsito nas ruas e avenidas também vemos todos os dias um maestro, que alternando suas luzes vermelha, amarela e verde, coordena em função do tempo, o fluxo dos automóveis.

    Isso sem olhar par a necessidade de dividir esta linha, que dizem ser infinita, em períodos cíclicos, como dias, semanas, meses, anos…

    Seguindo essa linha, percebo que Albert Einstein estava certíssimo ao relacionar intimamente o espaço e o tempo. Além de estarmos conectados ao Universo através das distâncias escalares, nossa participação na existência não pode ser posteriormente negada nem por Deus, pois está gravada de maneira única num período em que nunca mais voltará.

  • Ele

    Data:2010.05.31 | Categoria"viagens", espiritualidade | Resposta:0

    Embora existam dos mais diversos nomes, eu conheço apenas um pronome como referência: Ele. Dizem que Ele está no céu, mas não é o mesmo que podemos ver e sentir. É um que, nem mesmo com uma super nave espacial poderemos ir. Apesar de existirem diversas versões e maneiras de representá-Lo e vivê-Lo, eu certamente talvez tenha uma dúvida que com certeza Ele está lá (mesmo sem saber exatamente onde é ‘lá’) desejando que compreendamos Sua proposta.

    Uma coisa que realmente acredito: O bem é bom, então vou multiplicá-lo.

  • Certificações

    Data:2010.05.31 | Categoria"viagens" | Resposta:0

    Há um tempo já venho refletindo sobre a real importância de um certificado em tecnologia da informação. Se for pensar bem, aquele documento não comprova que o profissional realmente sabe o que faz e/ou tem melhor experiência que outro profissional não certificado. A única certeza é que aquela pessoa se saiu bem numa prova e pronto.

    Lógico que não posso generalizar, mas as provas de certificações se parecem um pouco com o vestibular. As pessoas ralam de estudar, muitas vezes decoram sem entender o porquê daquilo ser assim e prestam uma prova. Será que as certificações não são estimuladas principalmente pelas escolas preparatórias? Um curso, seja a tecnologia que for, não é nada barato.

    Sem pensar no custo, será que realmente terei o retorno esperado adiquirindo aquela certificação? Eu particularmente acredito que a certificação é um motivo para você estudar, mas não apenas com a finalidade de ser reconhecido ou ganhar dinheiro, mas sim pensando no benefício do aprendizado.

    Li hoje esse artigo, que talvez expresse melhor meu pensamento. Vale a pena conferir.

  • Troca

    Data:2010.04.27 | Categoria"viagens" | Resposta:0

    Hoje símbolo de status e poder. Tido por alguns uma finalidade e solução dos problemas. Mas ao meu ver, não é bem assim.

    O dinheiro apareceu como um coringa nas trocas comerciais. Em vez de se pagar um pedaço de carne por algumas frutas ou ferramentas, a sociedade antiga criou um modelo bastante abstrato para melhorar as interações, e assim surgiu a moeda.

    Porém, com o tempo apareceram algumas outras faces. Até existem aqueles que dão suas vidas e que tiram vidas por ele, tudo vale para ter mais. E aquela antiga frase: Dinheiro não compra felicidade. E eu concordo. Podemos comprar atitudes, comportamentos e palavras, mas nunca as pessoas. Por mais que consigamos o que queremos através do dinheiro, não foi concedido verdadeiramente.

    Feliz é aquele que por meio de seu trabalho consegue traduzir em dinheiro, que posteriormente é trocado por coisas realmente saudáveis, como alimento, saúde, lazer, educação, e outros que, se for citar, não paro nunca.

  • Mundo próprio

    Data:2010.04.26 | Categoria"viagens" | Resposta:0

    Tenho observado como virou febre os tais mp3, mp4 e afins players. Hoje qualquer pessoa usa esses aparelhos no dia-a-dia, seja numa sala de espera, no ônibus urbano, andando na rua… Mas o interessante é como que as pessoas desligam do mundo a sua volta quando estão usando seus fones. Quando estamos ouvindo música, sem perceber ignoramos a situação a nossa volta, e agimos apenas como robôs. Parece que se não ouvimos, não vemos. Se não ouvimos, não procure nossa atenção, pois estou fechado no meu mundo.

  • Palavra

    Data:2010.04.26 | Categoria"viagens" | Resposta:0

    Minha definição: Conjunto de símbolos denominados letras, que são arranjadas para expressar um significado.

    Mas este significado pode variar, pois mais importante que a palavra é o contexto. A palavra pode significar algo bem diferente dependendo do contexto onde ela é usada. Esta também pode ser facilmente confundida isoladamente, como em “Se eu tivesse dinheiro” e em “Ela se presenteou”.  Em outras palavras, todos nós temos nomes, mas isto não define quem somos. Assim também é a palavra, que necessita de seu contexto para defini-la.

  • Conhecimento tem dono?

    Data:2010.04.26 | Categoria"viagens" | Resposta:0

    Há tempos tenho pensado nesta questão, e acho que ainda não estou certo da resposta.

    Existem conhecimentos cruciais hoje para o desenvolvimento de novas técnicas que não sentimor a obrigação de dar algo em troca para seus autores. Temos o exemplo dos teoremas matemáticos, a invenção da roda… Lógico que muitos exemplos não são tão válidos, pois foram construídos, os conhecimentos, há muito tempo, quando ainda não se pensava em conhecimento como um negócio.

    Hoje diz-se que é poderoso quem detêm o conhecimento, pois com ele está à frente de outros no desenvolvimento das mais novas técnicas. Existem tamtém leis que garantem a propriedade intelectual e regularizam a cobrança de tributos ao autor para o uso de sua técnica.

    Por outro lado existem pessoas que não acham que isso é necessariamente importante. Vejamos o exemplo da comunidade de desenvolvimento livre de software. Estes muitas vezes fazem grandes trabalhos sem cobrar nada.

    Pensando nisso tudo, até onde vale a pena cobrar por algo que foi desenvolvido por nós? É interessante passar seus conhecimentos sem querer algo em troca?

  • Xiitas

    Data:2010.04.15 | CategoriaSem categoria | Resposta:2

    Hoje virou moda esse negócio de software livre, sistemas GNU/Linux e coisas do gênero. Eu sou um adepto desta nova maneira de encarar o mundo informatizado, eu gosto muito dela, mas não gosto muito de um comportamento de alguns usuários ditos livres. Como não sou bom para escrever, vou direto ao ponto.

    Ultimamente tem se tornado mais constantes pessoas que se tornam usuárias do sistema GNU/Linux e falam mal das tecnologias proprietárias, principalmente o “Janelas”. Eu fui e continuo sendo um usuário desta tecnologia e aprecio, principalmente por sua facilidade de uso. Também não posso falar mal já que foi usando ele que aprendi computação aos 12 anos e passei os próximos 6 anos usando-o sem saber da existência de outra solução. Ao migrar para o mundo dito livre, senti um pouco de dificuldades, mas como sou curioso e tinha gana de aprender, enfrentei e descobri o mundo novo. Para mim que gosto de saber como as coisas funcionam foi ótimo, mas como fã de games, nunca deixei o Janelas por causa deles. Sei que existe emuladores que permitem jogar no ambiente Tux e já usei, mas houve perda de performance. Para que emular um jogo que roda perfeitamente no Janelas?

    Como estava dizendo, esses recém libertados da Matrix também enchergam um mundo novo mas esquecem das origens e falam mal da tecnologia proprietária, as vezes até sem saber ao certo o que fala. Virou moda usuários livres se acharem superiores aos proprietários. Eu particularmente fico triste por esse pensamento e atitude, pois se Janelas não fosse bom, não teria um mercado tão grande. Acredito que ambas as partes, livres e proprietários, têm suas qualidades e devem ser valorizados por isso. Embora acredite que o futuro não suporta mais tecnologias fechadas, ainda assim penso que os sistemas fechados são bons em visões diversas. Eu por exemplo uso GNU/Linux por que gosto de aprender sobre o sistema que uso mais a fundo e sou desenvolvedor (ou penso que sou) e para isto o GNU/Linux é melhor. Mas há quem prefira facilidades e ferramentas mais intuitívas, portanto usa Janelas.

    Principalmente acredito que deva haver principalmente respeito entre os usuários de qualquer sistema, pois ser livre é isso, poder escolher o que melhor te atende.

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