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ssh com chave privada
No mundo Linux o protocolo ssh é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas.
Outro método de autenticação seria por meio de um par de chaves pública e privada. Nesse método, cada cliente possui uma chave privada que o identifica e deve ser protegida. O servidor recebe a chave pública correspondente de cada cliente para autenticar. Desta forma, não há, à princípio, necessidade de senha. Porém, o próprio certificado pode exigir uma senha para ser acessado, mas assim, ele será único para todos os servidores e não haverá tráfego de senha entre servidor e cliente. Vejamos como fazer isto:
No cliente, é preciso gerar as chaves com o seguinte comando:
ssh-keygen
Ele perguntará por uma senha. Caso queira fornecer, digite-a. Caso queira que o acesso seja direto, deixe em branco. Por padrão, ele gerará dois arquivos: ~/.ssh/id_rsa e ~/.ssh/id_rsa.pub. Respectivamente eles são a chave privada e pública em algorítmo RSA. Copie a chave pública para o servidor (assumindo que o IP dele é 10.0.0.8):
scp ~/.ssh/id_rsa.pub 10.0.0.8:~
No servidor, insira a chave pública recém recebida na lista de chaves autorizadas:
cat ~/id_rsa.pub >> ~/.ssh/authorized_keys
Feito isto, basta alterar o modo de autenticação do servidor. Acesse o arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config e altere, acrescente ou descomente as seguintes opções para que confira com o modelo:
# Define autenticação por chave pública RSA. RSAAuthentication yes PubkeyAuthentication yes AuthorizedKeysFile .ssh/authorized_keys # Desabilita autenticação por senha PasswordAuthentication no PermitEmptyPasswords no
Reinicialize o serviço do ssh. No Slackware execute /etc/rc.d/rc.sshd restart. Agora está pronto, basta testar. No cliente, pode-ser conectar usando duas sintaxes:
ssh 10.0.0.8
Use o exemplo acima caso o nome do arquivo e caminho da chave seja o padrão, ~/.ssh/id_rsa. Se for diferente, a seguinte sintaxe será necessária:
ssh -i <caminho completo para chave privada> 10.0.0.8
Para mais informações, o bom e velho man sempre ajuda.
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Instalação NIS – Cliente
O cliente é levemente parecido com o cliente, apenas algumas opções a mais. Primeiramente no arquivo /etc/yp.conf definimos qual o domínio que pertenceremos e qual é o servidor NIS deste. Este arquivo ficará com o seguinte conteúdo, apenas:
domain dominio_nis server endereço_do_servidor
Agora é preciso indicar ao sistema que procure as informações de login no NIS. Para isto, alteraremos o arquivo /etc/nsswitch.conf. Localize as linhas que contenham as configurações para os arquivos passwd, group e shadow. Altere para o seguinte:
passwd: files nis shadow: files nis group: files nis
Isto fará com que o sistema procure primeiramente nos arquivos locais, caso não encontre, procurará via NIS. Mais outro detalhe, é importante para que isto aconteça. No final do arquivo /etc/passwd, acrescente uma linha igual à esta:
+::::::
No arquivo /etc/group, por sua vez, acrescente:
+:::
Está quase pronto. Agora para usarmos a autenticação remota, precisamos definir nosso domínio NIS com o comando:
nisdomainname [dominio]
Observe que o domínio do servidor e cliente deverão ser o mesmo. Após, apenas inicializaremos o NIS cliente com o comando:
/usr/sbin/ypbind
Depois de tudo isto, os usuários terão que ser cadastrados apenas no servidor, podendo ser logados de qualquer máquina cliente do servidor NIS.
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Instalação NIS – Servidor
Primeiramente é preciso entender o NIS. Sem maiores pesquisas, baseando apenas no meu conhecimento, ele é um serviço de informações de contas de usuários. Com este serviço, você pode ter centralizado em apenas um servidor todas as contas, senhas e grupos de um sistema. Este é consultado pelas estações, clientes, que buscam nele informações para o login.
Para ele funcionar, é necessário que o serviço de rpc esteja habilitado e rodando, tanto no servidor como no cliente, pois as trocas de informações são feitas pelo portmap.
Vamos à configuração!
O servidor é extremamente simples. Com o serviço rpc rodando, você precisará apenas definir seu domínio NIS com o comando:
nisdomainname [dominio]
Após, rode o comando ypserv, que normalmente está em /usr/sbin.
/usr/sbin/ypserv
Para um servidor master, precisará também executar o comando rpc.yppasswdd que está em /usr/sbin.
/usr/sbin/rpc.yppasswdd
Para servidor slave, em lugar do rpc.yppasswdd, use o comando rpc.ypxfrd, que é um proxy para o master.
/usr/sbin/rpc.ypxfrd
Para cada usuário criado no sistema, é necessário ir até o diretório /var/yp e rodar o comando:
make
Sem isto, o usuário criado não será válido no NIS. Pronto, seu servidor está rodando e aguardando requisições de login!
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