• Ideia maluca

    Data:2010.12.03 | Categoria"viagens" | Resposta:1

    Não é a primeira vez que penso nisso, mas realmente nunca fui muito além. Eu tenho um costume de ficar pensando doideiras enquanto faço coisas sozinho, tipo dirigindo pra casa, malhando na academia, esperando em alguma fila…

    Ontem, na academia, relembrei uma ideia que já tinha tido enquanto observava o pessoal malhando. Como o calor chegou, muita gente passa a se preocupar com o físico e o ambiente fica cheio. O objetivo da maioria é queimar gordurinhas. Olhando pro lado biológico da coisa, gorduras são reservas de energia que o corpo acumula, e queimar gordura, seria queimar energia.

    Para queimar energia, as pessoas fazem exercícios, se mexem, e isso produz duas coisas que eu achei evidentes: calor e movimento. Se as usinas de energia geram energia por meio de movimento ou calor, porque não podemos aproveitar o resultado da queima de gordurinhas para produzir energia elétrica? Lógico que a energia gerada no ambiente da academia nem se compara à quantidade colossal de combustível que se usa nas usinas, mas será que se isso fosse adotado não poderia pelo menos contribuir com a alimentação elétrica da própria academia? Imaginem bicicletas e esteiras com dínamos, captadores de calor e outras geringonças mais ‘roubando’ energia dos atletas para reaproveitar?

    Bem, como não sou engenheiro, isso é apenas uma ideia flutuante. Não sei se é viável comercialmente e tecnologicamente, mas talvez seja uma coisa bacana pra se pensar…

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  • docalls

    Data:2010.11.29 | Categoriautilidades | Resposta:0

    Quem ainda não foi ‘vítima’ de uma chamada de telemarketing? Embora muitos achem isto chato, empresas continuam usando esta técnica para divulgar seus produtos. Para os usuários de VoIP, e mais especificamente Asterisk, o docalls, pequeno script shell, pode te ajudar a gerar ‘malas-diretas’ de voz.

    O seu funcionamento é baseado no módulo pbx_spool.so do Asterisk, e portanto, este deverá estar carregado para funcionar. Ele pode ser baixado aqui.

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  • Repositório local Slackware

    Data:2010.11.24 | CategoriaDicas, linux, slackware | Resposta:0

    Que usuário Slackware nunca pensou em criar em sua rede um repositório local dos pacotes current? Bem… eu já. Como tenho vários servidores Slackware em minha rede, seria muito mais fácil puxar tudo de uma vez e manter sincronizado a cada período.

    Pesquisando na Internet como eu poderia fazer isso, encontrei a solução implementada por Eric Hameleers em seu blog. Logo baixei e fiz funcionar. Pronto, agora só me falta configurar o slackpkg de todos.

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  • linkfailover 1.0 testado e aprovado

    Data:2010.11.23 | CategoriaDicas, linux, redes, servidores | Resposta:0

    Hoje finalmente consegui implantar uma solução para falha de links no meu Linux. O linkfailover assume um gateway como sendo primário e uma lista de outros alternativos. Caso o primário falhe, ele busca na lista de alternativos um que esteja disponível para assumir a saída de pacotes. Acredito que existam outras implementações para essa solução, mas esta foi a que casou perfeitamente com a minha necessidade. Faça o download aqui.

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  • Montar partição de VM em host

    Data:2010.10.26 | CategoriaDicas, linux, utilidades, virtualização | Resposta:0

    Há momentos em que é necessário trabalhar com um disco ou partição de um servidor Linux sem que ele seja usado no boot. Normalmente em PCs usamos um disco de boot que nos entrega um shell para darmos comandos. Geralmente isto é feito para depuração de problemas na partição.

    Em máquinas virtuais baseadas no KVM, é possível montar uma partição de uma máquina virtual no servidor hospedeiro. Para isto, basta usar o módulo Network block driver (nbd). Para habilitar, verifique se sua configuração do kernel contém “CONFIG_BLK_DEV_NBD=m” ou “CONFIG_BLK_DEV_NBD=y”. Caso seja um módulo, basta carregá-lo com o modprobe.

    modprobe nbd max_part=63

    Mais informações, use: modinfo nbd.

    No pacote do qemu-kvm, vem uma ferramenta chamada qemu-nbd. Com ela, basta conectar algum dos arquivos de bloco nbd à imagem do disco virtual. No meu caso:

    qemu-nbd -c /dev/nbd0 /dev/logical/dns2

    .

    Ele critou outros arquivos de blocos, representando todas as partições do meu disco virtual: /dev/nbd0p1, /dev/nbd0p2 e /dev/nbd0p3. Com isto, basta eu montar este bloco a alguma pasta do sistema, como no exemplo:

    mount /dev/nbd0p1 /mnt/tmp

    Vale lembrar que o hospedeiro precisa ter suporte ao sistema de arquivos da partição que será montada.

    Para desconectar, é preciso desmontar as partições montadas anteriormente e desconectar o dispositivo.

    qemu-nbd -d /dev/nbd0

    Mais informações use “qemu-nbd -h” ou “man qemu-nbd”.

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  • Estender partição

    Data:2010.10.20 | Categorialinux, servidores, utilidades, virtualização | Resposta:0

    Como toda invenção, meu aprendizado é orientado à necessidade. Recentemente passei por um sufoco de espaço em disco em uma máquina virtual minha, que opera sobre um servidor Linux com KVM. Para melhor gerência, meus discos virtuais estão alocados como volumes lógicos LVM2, o que facilitou muito meu trabalho neste momento.

    No meu caso, eu tinha uma VM montada sobre um volume de 10GB, e eu desejava expandir este espaço para 30GB, sem ter que anexar outro volume. Segui rigorosamente estes passos: parar a VM, expandir o volume lógico, dar boot com um CD ou pendrive de boot da distribuição, recriar a tabela de partições com o fdisk com os novos valores, estender a partição ext4 com resize2fs. Acompanhe mais detalhadamente abaixo.

    Volume lógico

    Antes de mais nada, a máquina virtual deverá estar desligada. No servidor hypervisior, execute o seguinte comando:

    lvextend -L +20G /dev/logical/plutus

    Isto faz com que meu volume lógico ‘plutus’ seja aumentado em 20GiB (veja diferença entre GiB e GB)

    Partição física do disco virtual

    Depois de o volume esticado, basta dar o boot na máquina virtual usando um disco de boot externo. Isto é importante porque vamos mexer na estrutura básica das partições. No meu caso eu uso Slackware64 13.1 e fdisk, mas nada impede de usar outra distro e ferramenta. O importante é que não haja formatação na finalização do processo. Aqui, assume-se que você saiba usar a ferramenta escolhida.

    Na minha VM, eu tenho duas partições: / (root ou barra) como sda1 de 9,5GiB e swap como sda2 0,5GiB. Neste passo, preciso entrar no fdisk no dispositivo sda e excluir as duas partições. Mas calma! Isto não fará com que você perca seus dados, pois estamos apenas mexendo no mapeamento das partições, onde começa e termina o que. Depois de excluir, criei a partição número 1, que corresponde ao / com o tamanho de 29,5GiB e o restante para swap. Aqui é importantíssimo que se observe o início da partição 1, que deverá estar no mesmo bloco da anterior. Caso contrário, os dados ficarão inacessíveis. Feito isto, basta salvar a nova tabela de partições.

    Estendendo a partição ext4

    Aproveitando que não estamos rodando em cima do disco em questão, vamos efetivar o tamanho da partição útil do sistema. Para isto usarei o comando resize2fs do pacote e2fsprogs. Este passo é muito simples, basta usar o comando:

    resize2fs /dev/sda1

    Isto fará com que ele aumente a partição ext4 para o máximo possível, no caso 29,5GiB. É provável que ele solicite uma checagem com o fsck antes de fazer isto. Basta usar o comando:

    fsck /dev/sda1

    Finalização

    Agora, basta testar. Antes mesmo de um boot no disco principal, tente montara nova partição:

    mount /dev/sda1 /mnt

    Se tudo correu bem, você poderá navegar na nova partição pelo ponto de montagem /mnt. Agora basta dar um reboot usando o disco principal.

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  • nested paging em libvirt-0.8.4

    Data:2010.09.28 | Categoriaservidores, virtualização | Resposta:0

    Segue abaixo uma atualização do patch anterior:

    diff -Naur libvirt-0.8.4/docs/schemas/domain.rng libvirt-0.8.4.edu/docs/schemas/domain.rng
    --- libvirt-0.8.4/docs/schemas/domain.rng       2010-08-31 10:44:13.000000000 -0300
    +++ libvirt-0.8.4.edu/docs/schemas/domain.rng   2010-09-28 14:34:40.626234752 -0300
    @@ -1619,6 +1619,11 @@
                   <empty/>
                 </element>
               </optional>
    +          <optional>
    +           <element name="nesting">
    +             <empty/>
    +           </element>
    +         </optional>
             </interleave>
           </element>
         </optional>
    diff -Naur libvirt-0.8.4/src/conf/domain_conf.c libvirt-0.8.4.edu/src/conf/domain_conf.c
    --- libvirt-0.8.4/src/conf/domain_conf.c        2010-08-31 10:44:13.000000000 -0300
    +++ libvirt-0.8.4.edu/src/conf/domain_conf.c    2010-09-28 14:35:36.069149447 -0300
    @@ -75,7 +75,8 @@
     VIR_ENUM_IMPL(virDomainFeature, VIR_DOMAIN_FEATURE_LAST,
                   "acpi",
                   "apic",
    -              "pae")
    +              "pae",
    +             "nesting")
    
     VIR_ENUM_IMPL(virDomainLifecycle, VIR_DOMAIN_LIFECYCLE_LAST,
                   "destroy",
    diff -Naur libvirt-0.8.4/src/conf/domain_conf.h libvirt-0.8.4.edu/src/conf/domain_conf.h
    --- libvirt-0.8.4/src/conf/domain_conf.h        2010-08-31 10:44:13.000000000 -0300
    +++ libvirt-0.8.4.edu/src/conf/domain_conf.h    2010-09-28 14:36:11.931054102 -0300
    @@ -650,6 +650,7 @@
         VIR_DOMAIN_FEATURE_ACPI,
         VIR_DOMAIN_FEATURE_APIC,
         VIR_DOMAIN_FEATURE_PAE,
    +    VIR_DOMAIN_FEATURE_NESTING,
    
         VIR_DOMAIN_FEATURE_LAST
     };
    diff -Naur libvirt-0.8.4/src/qemu/qemu_conf.c libvirt-0.8.4.edu/src/qemu/qemu_conf.c
    --- libvirt-0.8.4/src/qemu/qemu_conf.c  2010-09-10 09:38:13.000000000 -0300
    +++ libvirt-0.8.4.edu/src/qemu/qemu_conf.c      2010-09-28 14:38:36.218612249 -0300
    @@ -1192,6 +1192,8 @@
             flags |= QEMUD_CMD_FLAG_MEM_PATH;
         if (strstr(help, "-chardev"))
             flags |= QEMUD_CMD_FLAG_CHARDEV;
    +    if (strstr(help, "-enable-nesting"))
    +        flags |= QEMUD_CMD_FLAG_NESTING;
         if (strstr(help, "-balloon"))
             flags |= QEMUD_CMD_FLAG_BALLOON;
         if (strstr(help, "-device"))
    @@ -3944,6 +3946,9 @@
                 goto error;
             }
         }
    +    if ((qemuCmdFlags & QEMUD_CMD_FLAG_NESTING) &&
    +        (def->features & (1 << VIR_DOMAIN_FEATURE_NESTING)))
    +        ADD_ARG_LIT("-enable-nesting");
    
         /*
          * NB, -nographic *MUST* come before any serial, or monitor
    @@ -6303,6 +6308,8 @@
                 fullscreen = 1;
             } else if (STREQ(arg, "-localtime")) {
                 def->clock.offset = VIR_DOMAIN_CLOCK_OFFSET_LOCALTIME;
    +        } else if (STREQ(arg, "-enable-nesting")) {
    +            def->features |= (1 << VIR_DOMAIN_FEATURE_NESTING);
             } else if (STREQ(arg, "-kernel")) {
                 WANT_VALUE();
                 if (!(def->os.kernel = strdup(val)))
    diff -Naur libvirt-0.8.4/src/qemu/qemu_conf.h libvirt-0.8.4.edu/src/qemu/qemu_conf.h
    --- libvirt-0.8.4/src/qemu/qemu_conf.h  2010-08-31 10:44:13.000000000 -0300
    +++ libvirt-0.8.4.edu/src/qemu/qemu_conf.h      2010-09-28 14:38:58.739788135 -0300
    @@ -93,6 +93,8 @@
         QEMUD_CMD_FLAG_NODEFCONFIG   = (1LL << 37), /* -nodefconfig */
         QEMUD_CMD_FLAG_BOOT_MENU     = (1LL << 38), /* -boot menu=on support */
         QEMUD_CMD_FLAG_ENABLE_KQEMU  = (1LL << 39), /* -enable-kqemu flag */
    +    QEMUD_CMD_FLAG_NESTING       = (1LL << 40), /* Is the -enable-nesting flag available */
    +
     };
    
     /* Main driver state */
    

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  • KVM+libvirt em hugepages

    Data:2010.09.27 | CategoriaDicas, linux, virtualização | Resposta:1

    O uso de hugepages em domínios KVM no libvirt é muito simples, e pode ser aplicada tanto em VMs já instaladas como em novas. Na definição do domínio, certifique que haja a seguinte estrutura:

    ...
    <memoryBacking>
    <hugepages/>
    </memoryBacking>
    ...
    

    Para não haver problemas, certifique também que há páginas suficientes para hospedar a quantidade de memória do domínio. Lembrando que em um sistema x86 32 bit e 64 bit, ocupam 4096KB e 2048KB respectivamente. Sendo assim, um domínio de 256MB deverá ter disponível 64 páginas para um processador 32 bit e 128 páginas para um 64 bit.

    Para descobrir quanto há de páginas disponíveis, verifique o arquivo /proc/meminfo:

    [ćode lang="bash"]grep -i huge /proc/meminfo[/code]

    O libvirt também tem que estar preparado para gerenciar domínios com hugepages. Para ativar este recurso, o arquivo /etc/libvirt/qemu.conf deverá conter a seguinte opção, sendo /dev/hugepages o caminho para acesso à hugepages (como mencionado no post anterior):

    hugetlbfs_mount = "/dev/hugepages"

    Feito isto, basta reinicializar o libvirtd para que as configurações tomei efeito e inicializar o domínio configurado. Verifique o uso das hugepages para confirmar seu uso.

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  • hugepages

    Data:2010.09.27 | CategoriaDicas, linux, virtualização | Resposta:3

    Estudando o sistema de gerenciamento de memória do Linux, encontrei um recurso interessante para uso mais eficiente de memória.

    Para ficar claro, explicarei brevemente como funciona o gerenciamento de memória do Linux.

    Paginação

    O Linux, na sua inicialização, verifica a quantidade de memória disponível e mapeia o endereçamento. Isto é feito pela MMU (Memory Management Unit) que atribui endereços virtuais para melhor gerenciamento. Assim é possível uso de swaping e transparência para os processos. Mais detalhes serão abordados em outro post.

    Quando um processo faz uma requisição de memória ao Linux, este aloca o espaço solicitado em forma de páginas. As páginas, numa rápida analogia, é o mesmo que os blocos nas partições. Eles tem um cabeçalho e a área de dados propriamente dita. As páginas, em arquitetura x86, têm o tamanho de 4KB. Isto indica que quando precisamos de 12KB, o sistema aloca 3 páginas e entrega ao processo.

    Hugepages

    Este é um método bacana de estender as páginas para um tamanho maior. Como vimos, o Linux entrega páginas de tamanho fixo, e isso pode gerar um certo desperdício. Vejo isso em dois aspectos: overhead e uso real não múltiplo de 4.

    Caso eu queira 10KB de memória, o sistema me entregará o maior múltiplo imediato para mim, ou seja, 12KB. Ou então, mesmo que eu use exatamente um múltiplo de 4, ao requisitar 120MB, terei 30720 páginas. Isso significa 30720 cabeçalhos, que mesmo que pequenos, representam uma perda.

    Hugepages permite uso de páginas de 4MB em sistemas x86 de 32 bit e 2MB de 64bit. Assim, há um uso mais eficiente da memória quando é necessário um grande volume de memória. Outra característica também é que esse tipo de páginas não pode ser movida para a área swap.

    Ativação e uso

    Para tirar proveito desse tipo de paginação, é preciso que o kernel esteja preparado antes. Para isso, certifique que seu kernel tenha as seguintes opções ativadas:

    CONFIG_HUGETLBFS=y
    CONFIG_HUGETLB_PAGE=y
    

    Através do ‘make menuconfig’ vá em File Systems -> Pseudo filesystems -> HugeTLB file system support.

    Depois de compilado e instalado o kernel, verifique se foi devidamente ativado:

    grep -i huge /proc/meminfo
    HugePages_Total:     0
    HugePages_Free:      0
    HugePages_Rsvd:      0
    HugePages_Surp:      0
    Hugepagesize:       2048 kB
    

    Se apareceu algo parecido com isso, agora só falta alocar as páginas. Para isto, é necessário que haja espaço contíguo disponível para a quantidade que será alocada. Desta forma, é mais interessante alocar logo na inicialização do sistema. Para isto, acrescente a seguinte linha no arquivo /etc/sysctl.conf:

    vm.nr_hugepages=256
    

    Isto dirá ao kernel na inicialização alocar 256 páginas de tamanho 2048KB (no meu sistema 64 bit), Assim totalizando 512MB (256 * 2048KB = 512MB). Para tomar efeito, será preciso reinicializar o sistema.

    Depois de reinicializado, certifique que tudo correu bem:

    grep -i huge /proc/meminfo
    HugePages_Total: 256
    HugePages_Free: 256
    HugePages_Rsvd: 0
    HugePages_Surp: 0
    Hugepagesize: 2048 kB
    

    Veja que nenhuma página foi usada. Um processo que queira fazer isto, deverá requisitar explicitamente por hugepages. Para criar uma interface de acesso, é preciso montar uma pseudo partição hugetlb. Acrescente no seu fstab:

    hugetlbfs        /dev/hugepages   hugetlbfs   defaults         0   0

    Como o diretório /dev/hugepages não existe, é preciso criá-lo também antes de montar.

    Uma boa aplicação para isto são máquinas virtuais baseadas em KVM, como descreverá o próximo post.

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  • Converter discos virtuais

    Data:2010.09.22 | CategoriaDicas, linux, virtualização | Resposta:0

    Há uma diversidade de hypervisiors no mercado, e com isso, há também uma diversidade de formatos de discos virtuais (vdi, vmdk, qcow, raw…) e muitas precisamos portar uma para a outra.

    Uma forma prática e fácil de converter imagens é usando o qemu-img. Este utilitário acompanha o pacote qemu-kvm, que pode ser baixado e usado livremente. Veja alguns exemplos para converter discos:

    vdi -> qcow

    qemu-img convert -f vdi -O qcow origem.img destino.img

    vmdk -> qcow

    qemu-img convert -f vmdk -O qcow origem.img destino.img

    vmdk -> vdi

    qemu-img convert -f vmdk -O vdi origem.img destino.img

    qcow -> raw

    qemu-img convert -f qcow -O raw origem.img destino.img

    raw -> qcow2

    qemu-img convert -f raw -O qcow2 origem.img destino.img

    qcow2 -> volume lógico (já citado em “Convertendo arquivos de imagens em volumes lógicos“)

    qemu-img convert -f qcow2 -O host_device origem.img /dev/logical/destino

    No final de contas, essa brincadeira pode ser feita entre todos estes formatos: cow qcow vdi vmdk cloop dmg bochs vpc vvfat qcow2 parallels nbd host_cdrom host_floppy host_device raw tftp ftps ftp https http

    Mais informações sempre podem ser encontradas no manual.

    man qemu-img

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