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	<title>Freedom Interface &#187; redes</title>
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	<description>Pensamentos livres</description>
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		<title>O mundo com IPv6</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 14:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será que um dia vai ser assim mesmo?!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que um dia vai ser assim mesmo?!</p>
<p><object width="480" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TMCGTvjgKDY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TMCGTvjgKDY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="390"></embed></object><br />
<object width="480" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eYffYT2y-Iw?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eYffYT2y-Iw?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="390"></embed></object></p>
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		<title>linkfailover 1.0 testado e aprovado</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/11/23/linkfailover-1-0-testado-e-aprovado/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 18:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje finalmente consegui implantar uma solução para falha de links no meu Linux. O linkfailover assume um gateway como sendo primário e uma lista de outros alternativos. Caso o primário falhe, ele busca na lista de alternativos um que esteja disponível para assumir a saída de pacotes. Acredito que existam outras implementações para essa solução, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.freedominterface.org/wp-content/uploads/2010/11/bifurcacao1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-430" style="margin: 5px;" title="Bifurcação" src="http://www.freedominterface.org/wp-content/uploads/2010/11/bifurcacao1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Hoje finalmente consegui implantar uma solução para falha de links no meu Linux. O linkfailover assume um gateway como sendo primário e uma lista de outros alternativos. Caso o primário falhe, ele busca na lista de alternativos um que esteja disponível para assumir a saída de pacotes. Acredito que existam outras implementações para essa solução, mas esta foi a que casou perfeitamente com a minha necessidade. Faça o download <a href="http://www.freedominterface.org/projetos/linkfailover">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ssh com chave privada</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/07/14/ssh-com-chave-privada/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 15:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
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		<description><![CDATA[No mundo Linux o protocolo ssh é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas. Outro método [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo Linux o protocolo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SSH" target="_blank">ssh</a> é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas.</p>
<p>Outro método de autenticação seria por meio de um par de chaves pública e privada. Nesse método, cada cliente possui uma chave privada que o identifica e deve ser protegida. O servidor recebe a chave pública correspondente de cada cliente para autenticar. Desta forma, não há, à princípio, necessidade de senha. Porém, o próprio certificado pode exigir uma senha para ser acessado, mas assim, ele será único para todos os servidores e não haverá tráfego de senha entre servidor e cliente. Vejamos como fazer isto:</p>
<p>No cliente, é preciso gerar as chaves com o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh-keygen</pre>
<p>Ele perguntará por uma senha. Caso queira fornecer, digite-a. Caso queira que o acesso seja direto, deixe em branco. Por padrão, ele gerará dois arquivos: ~/.ssh/id_rsa e ~/.ssh/id_rsa.pub. Respectivamente eles são a chave privada e pública em algorítmo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSA" target="_blank">RSA</a>. Copie a chave pública para o servidor (assumindo que o IP dele é 10.0.0.8):</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">scp ~/.ssh/id_rsa.pub 10.0.0.8:~</pre>
<p>No servidor, insira a chave pública recém recebida na lista de chaves autorizadas:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">cat ~/id_rsa.pub &gt;&gt; ~/.ssh/authorized_keys</pre>
<p>Feito isto, basta alterar o modo de autenticação do servidor. Acesse o arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config e altere, acrescente ou descomente as seguintes opções para que confira com o modelo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
# Define autenticação por chave pública RSA.
RSAAuthentication yes
PubkeyAuthentication yes
AuthorizedKeysFile     .ssh/authorized_keys

# Desabilita autenticação por senha
PasswordAuthentication no
PermitEmptyPasswords no
</pre>
<p>Reinicialize o serviço do ssh. No Slackware execute <strong>/etc/rc.d/rc.sshd restart</strong>. Agora está pronto, basta testar. No cliente, pode-ser conectar usando duas sintaxes:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh 10.0.0.8</pre>
<p>Use o exemplo acima caso o nome do arquivo e caminho da chave seja o padrão, ~/.ssh/id_rsa. Se for diferente, a seguinte sintaxe será necessária:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh -i &lt;caminho completo para chave privada&gt; 10.0.0.8</pre>
<p>Para mais informações, o bom e velho <strong>man</strong> sempre ajuda.</p>
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		<title>Instalação NIS &#8211; Cliente</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/04/27/instalacao-nis-cliente/</link>
		<comments>http://www.freedominterface.org/2010/04/27/instalacao-nis-cliente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 14:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[O cliente é levemente parecido com o cliente, apenas algumas opções a mais. Primeiramente no arquivo /etc/yp.conf definimos qual o domínio que pertenceremos e qual é o servidor NIS deste. Este arquivo ficará com o seguinte conteúdo, apenas: Agora é preciso indicar ao sistema que procure as informações de login no NIS. Para isto, alteraremos o arquivo /etc/nsswitch.conf. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cliente é levemente parecido com o cliente, apenas algumas opções a mais. Primeiramente no arquivo /etc/yp.conf definimos qual o domínio que pertenceremos e qual é o servidor NIS deste. Este arquivo ficará com o seguinte conteúdo, apenas:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">domain dominio_nis server endereço_do_servidor</pre>
<p>Agora é preciso indicar ao sistema que procure as informações de login no NIS. Para isto, alteraremos o arquivo /etc/nsswitch.conf. Localize as linhas que contenham as configurações para os arquivos passwd, group e shadow. Altere para o seguinte:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">passwd:		files nis
shadow:		files nis
group:		files nis</pre>
<p>Isto fará com que o sistema procure primeiramente nos arquivos locais, caso não encontre, procurará via NIS. Mais outro detalhe, é importante para que isto aconteça. No final do arquivo /etc/passwd, acrescente uma linha igual à esta:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">+::::::</pre>
<p>No arquivo /etc/group, por sua vez, acrescente:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">+:::</pre>
<p>Está quase pronto. Agora para usarmos a autenticação remota, precisamos definir nosso domínio NIS com o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">nisdomainname [dominio]</pre>
<p>Observe que o domínio do servidor e cliente deverão ser o mesmo. Após, apenas inicializaremos o NIS cliente com o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">/usr/sbin/ypbind</pre>
<p>Depois de tudo isto, os usuários terão que ser cadastrados apenas no servidor, podendo ser logados de qualquer máquina cliente do servidor NIS.</p>
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		<title>Instalação NIS &#8211; Servidor</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 14:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiramente é preciso entender o NIS. Sem maiores pesquisas, baseando apenas no meu conhecimento, ele é um serviço de informações de contas de usuários. Com este serviço, você pode ter centralizado em apenas um servidor todas as contas, senhas e grupos de um sistema. Este é consultado pelas estações, clientes, que buscam nele informações para o login. Para ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente é preciso entender o NIS. Sem maiores pesquisas, baseando apenas no meu conhecimento, ele é um serviço de informações de contas de usuários. Com este serviço, você pode ter centralizado em apenas um servidor todas as contas, senhas e grupos de um sistema. Este é consultado pelas estações, clientes, que buscam nele informações para o login.</p>
<p>Para ele funcionar, é necessário que o serviço de rpc esteja habilitado e rodando, tanto no servidor como no cliente, pois as trocas de informações são feitas pelo portmap.</p>
<p>Vamos à configuração!</p>
<p>O servidor é extremamente simples. Com o serviço rpc rodando, você precisará apenas  definir seu domínio NIS com o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">nisdomainname [dominio]</pre>
<p>Após, rode o comando ypserv, que normalmente está em /usr/sbin.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">/usr/sbin/ypserv</pre>
<p>Para um servidor master, precisará também executar o comando rpc.yppasswdd que está em /usr/sbin.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">/usr/sbin/rpc.yppasswdd</pre>
<p>Para servidor slave, em lugar do rpc.yppasswdd, use o comando rpc.ypxfrd, que é um proxy para o master.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">/usr/sbin/rpc.ypxfrd</pre>
<p>Para cada usuário criado no sistema, é necessário ir até o diretório /var/yp e rodar o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">make</pre>
<p>Sem isto, o usuário criado não será válido no NIS. Pronto, seu servidor está rodando e aguardando requisições de login!</p>
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