Arquvo de ‘redes’

  • O mundo com IPv6

    Data:2011.02.17 | Categoriaredes, variedades, vídeos | Resposta:0

    Será que um dia vai ser assim mesmo?!


  • linkfailover 1.0 testado e aprovado

    Data:2010.11.23 | CategoriaDicas, linux, redes, servidores | Resposta:0

    Hoje finalmente consegui implantar uma solução para falha de links no meu Linux. O linkfailover assume um gateway como sendo primário e uma lista de outros alternativos. Caso o primário falhe, ele busca na lista de alternativos um que esteja disponível para assumir a saída de pacotes. Acredito que existam outras implementações para essa solução, mas esta foi a que casou perfeitamente com a minha necessidade. Faça o download aqui.

  • ssh com chave privada

    Data:2010.07.14 | Categorialinux, redes, servidores, utilidades | Resposta:0

    No mundo Linux o protocolo ssh é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas.

    Outro método de autenticação seria por meio de um par de chaves pública e privada. Nesse método, cada cliente possui uma chave privada que o identifica e deve ser protegida. O servidor recebe a chave pública correspondente de cada cliente para autenticar. Desta forma, não há, à princípio, necessidade de senha. Porém, o próprio certificado pode exigir uma senha para ser acessado, mas assim, ele será único para todos os servidores e não haverá tráfego de senha entre servidor e cliente. Vejamos como fazer isto:

    No cliente, é preciso gerar as chaves com o seguinte comando:

    ssh-keygen

    Ele perguntará por uma senha. Caso queira fornecer, digite-a. Caso queira que o acesso seja direto, deixe em branco. Por padrão, ele gerará dois arquivos: ~/.ssh/id_rsa e ~/.ssh/id_rsa.pub. Respectivamente eles são a chave privada e pública em algorítmo RSA. Copie a chave pública para o servidor (assumindo que o IP dele é 10.0.0.8):

    scp ~/.ssh/id_rsa.pub 10.0.0.8:~

    No servidor, insira a chave pública recém recebida na lista de chaves autorizadas:

    cat ~/id_rsa.pub >> ~/.ssh/authorized_keys

    Feito isto, basta alterar o modo de autenticação do servidor. Acesse o arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config e altere, acrescente ou descomente as seguintes opções para que confira com o modelo:

    # Define autenticação por chave pública RSA.
    RSAAuthentication yes
    PubkeyAuthentication yes
    AuthorizedKeysFile     .ssh/authorized_keys
    
    # Desabilita autenticação por senha
    PasswordAuthentication no
    PermitEmptyPasswords no
    

    Reinicialize o serviço do ssh. No Slackware execute /etc/rc.d/rc.sshd restart. Agora está pronto, basta testar. No cliente, pode-ser conectar usando duas sintaxes:

    ssh 10.0.0.8

    Use o exemplo acima caso o nome do arquivo e caminho da chave seja o padrão, ~/.ssh/id_rsa. Se for diferente, a seguinte sintaxe será necessária:

    ssh -i <caminho completo para chave privada> 10.0.0.8

    Para mais informações, o bom e velho man sempre ajuda.

  • Instalação NIS – Cliente

    Data:2010.04.27 | Categorialinux, redes, servidores | Resposta:0

    O cliente é levemente parecido com o cliente, apenas algumas opções a mais. Primeiramente no arquivo /etc/yp.conf definimos qual o domínio que pertenceremos e qual é o servidor NIS deste. Este arquivo ficará com o seguinte conteúdo, apenas:

    domain dominio_nis server endereço_do_servidor

    Agora é preciso indicar ao sistema que procure as informações de login no NIS. Para isto, alteraremos o arquivo /etc/nsswitch.conf. Localize as linhas que contenham as configurações para os arquivos passwd, group e shadow. Altere para o seguinte:

    passwd:		files nis
    shadow:		files nis
    group:		files nis

    Isto fará com que o sistema procure primeiramente nos arquivos locais, caso não encontre, procurará via NIS. Mais outro detalhe, é importante para que isto aconteça. No final do arquivo /etc/passwd, acrescente uma linha igual à esta:

    +::::::

    No arquivo /etc/group, por sua vez, acrescente:

    +:::

    Está quase pronto. Agora para usarmos a autenticação remota, precisamos definir nosso domínio NIS com o comando:

    nisdomainname [dominio]

    Observe que o domínio do servidor e cliente deverão ser o mesmo. Após, apenas inicializaremos o NIS cliente com o comando:

    /usr/sbin/ypbind

    Depois de tudo isto, os usuários terão que ser cadastrados apenas no servidor, podendo ser logados de qualquer máquina cliente do servidor NIS.

  • Instalação NIS – Servidor

    Data:2010.04.27 | Categorialinux, redes, servidores | Resposta:0

    Primeiramente é preciso entender o NIS. Sem maiores pesquisas, baseando apenas no meu conhecimento, ele é um serviço de informações de contas de usuários. Com este serviço, você pode ter centralizado em apenas um servidor todas as contas, senhas e grupos de um sistema. Este é consultado pelas estações, clientes, que buscam nele informações para o login.

    Para ele funcionar, é necessário que o serviço de rpc esteja habilitado e rodando, tanto no servidor como no cliente, pois as trocas de informações são feitas pelo portmap.

    Vamos à configuração!

    O servidor é extremamente simples. Com o serviço rpc rodando, você precisará apenas  definir seu domínio NIS com o comando:

    nisdomainname [dominio]

    Após, rode o comando ypserv, que normalmente está em /usr/sbin.

    /usr/sbin/ypserv

    Para um servidor master, precisará também executar o comando rpc.yppasswdd que está em /usr/sbin.

    /usr/sbin/rpc.yppasswdd

    Para servidor slave, em lugar do rpc.yppasswdd, use o comando rpc.ypxfrd, que é um proxy para o master.

    /usr/sbin/rpc.ypxfrd

    Para cada usuário criado no sistema, é necessário ir até o diretório /var/yp e rodar o comando:

    make

    Sem isto, o usuário criado não será válido no NIS. Pronto, seu servidor está rodando e aguardando requisições de login!