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	<title>Freedom Interface &#187; utilidades</title>
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	<description>Pensamentos livres</description>
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		<title>procps-dev</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 19:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[linux]]></category>
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		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa semana precisei implementar uma função da biblioteca libproc para que meu programa só permitisse uma instância. O problema é que eu precisava dos headers do pacote procps, mas por padrão o Slackware não instala. Por isso, precisei fazer manualmente, baixar o pacote, desempacotar e copiar para a pasta de headers. Não sei se futuramente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana precisei implementar uma função da biblioteca libproc para que meu programa só permitisse uma instância. O problema é que eu precisava dos headers do pacote procps, mas por padrão o Slackware não instala.</p>
<p>Por isso, precisei fazer manualmente, baixar o pacote, desempacotar e copiar para a pasta de headers. Não sei se futuramente esses valiosos arquivos serão inclusos no pacote oficial, mas de qualquer maneira, eu criei um SlackBuild que possa ajudar quem está na mesma que eu.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
#!/bin/bash
MIRROR=${MIRROR:-http://ftp.belnet.be/packages/slackware/slackware_source/}
VERSION=${VERSION:-3.2.7}
ARCH=noarch
BUILD=${BUILD:-2duderamos}
CWD=$(pwd)
TMP=${TMP:-/tmp}
PKG=$TMP/package-procps-dev

rm -rf $PKG
rm -rf $TMP/procps-$VERSION
if [ ! -f procps-${VERSION}.tar.gz ];then
  wget &quot;${MIRROR}/a/procps/procps-${VERSION}.tar.gz&quot; || exit 1
fi

cd $TMP

tar xzvf $CWD/procps-$VERSION.tar.gz || exit 1

mkdir -p $PKG/install
mkdir -p $PKG/usr/include/procps
mkdir -p $PKG/lib

cd $TMP/procps-$VERSION
cp proc/*.h $PKG/usr/include/procps
cat $CWD/slack-desc &gt; $PKG/install/slack-desc
cat $CWD/doinst.sh &gt; $PKG/install/doinst.sh

cd $PKG

makepkg -l y -c n $TMP/procps-dev-$VERSION-$ARCH-$BUILD.txz

rm -rf $TMP/procps-$VERSION.tar.gz
rm -rf $TMP/procps-$VERSION
rm -rf $PKG
</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>docalls</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/11/29/docalls/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 16:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[asterisk]]></category>
		<category><![CDATA[shell script]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem ainda não foi &#8216;vítima&#8217; de uma chamada de telemarketing? Embora muitos achem isto chato, empresas continuam usando esta técnica para divulgar seus produtos. Para os usuários de VoIP, e mais especificamente Asterisk, o docalls, pequeno script shell, pode te ajudar a gerar &#8216;malas-diretas&#8217; de voz. O seu funcionamento é baseado no módulo pbx_spool.so do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-459" title="Telemarketing" src="http://www.freedominterface.org/wp-content/uploads/2010/11/telemarketing-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Quem ainda não foi &#8216;vítima&#8217; de uma chamada de telemarketing? Embora muitos achem isto chato, empresas continuam usando esta técnica para divulgar seus produtos. Para os usuários de VoIP, e mais especificamente Asterisk, o docalls, pequeno script shell, pode te ajudar a gerar &#8216;malas-diretas&#8217; de voz.</p>
<p>O seu funcionamento é baseado no módulo pbx_spool.so do Asterisk, e portanto, este deverá estar carregado para funcionar. Ele pode ser baixado <a href="http://www.freedominterface.org/projetos/docalls">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Montar partição de VM em host</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/10/26/montar-particao-de-vm-em-host/</link>
		<comments>http://www.freedominterface.org/2010/10/26/montar-particao-de-vm-em-host/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 20:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há momentos em que é necessário trabalhar com um disco ou partição de um servidor Linux sem que ele seja usado no boot. Normalmente em PCs usamos um disco de boot que nos entrega um shell para darmos comandos. Geralmente isto é feito para depuração de problemas na partição. Em máquinas virtuais baseadas no KVM, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há momentos em que é necessário trabalhar com um disco ou partição de um servidor Linux sem que ele seja usado no boot. Normalmente em PCs usamos um disco de boot que nos entrega um shell para darmos comandos. Geralmente isto é feito para depuração de problemas na partição.</p>
<p>Em máquinas virtuais baseadas no KVM, é possível montar uma partição de uma máquina virtual no servidor hospedeiro. Para isto, basta usar o módulo Network block driver (nbd). Para habilitar, verifique se sua configuração do kernel contém &#8220;CONFIG_BLK_DEV_NBD=m&#8221; ou &#8220;CONFIG_BLK_DEV_NBD=y&#8221;. Caso seja um módulo, basta carregá-lo com o modprobe.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">modprobe nbd max_part=63</pre>
<p>Mais informações, use: modinfo nbd.</p>
<p>No pacote do qemu-kvm, vem uma ferramenta chamada qemu-nbd. Com ela, basta conectar algum dos arquivos de bloco nbd à imagem do disco virtual. No meu caso:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">qemu-nbd -c /dev/nbd0 /dev/logical/dns2</pre>
<p>.</p>
<p>Ele critou outros arquivos de blocos, representando todas as partições do meu disco virtual: /dev/nbd0p1, /dev/nbd0p2 e /dev/nbd0p3. Com isto, basta eu montar este bloco a alguma pasta do sistema, como no exemplo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">mount /dev/nbd0p1 /mnt/tmp</pre>
<p>Vale lembrar que o hospedeiro precisa ter suporte ao sistema de arquivos da partição que será montada.</p>
<p>Para desconectar, é preciso desmontar as partições montadas anteriormente e desconectar o dispositivo.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">qemu-nbd -d /dev/nbd0</pre>
<p>Mais informações use &#8220;qemu-nbd -h&#8221; ou &#8220;man qemu-nbd&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estender partição</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/10/20/estender-particao/</link>
		<comments>http://www.freedominterface.org/2010/10/20/estender-particao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[lvm2]]></category>

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		<description><![CDATA[Como toda invenção, meu aprendizado é orientado à necessidade. Recentemente passei por um sufoco de espaço em disco em uma máquina virtual minha, que opera sobre um servidor Linux com KVM. Para melhor gerência, meus discos virtuais estão alocados como volumes lógicos LVM2, o que facilitou muito meu trabalho neste momento. No meu caso, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-400 alignleft" title="Mesa" src="http://www.freedominterface.org/wp-content/uploads/2010/10/1110-1112-Extend-a-Bench-2-300x133.jpg" alt="" width="300" height="133" />Como toda invenção, meu aprendizado é orientado à necessidade. Recentemente passei por um sufoco de espaço em disco em uma máquina virtual minha, que opera sobre um servidor Linux com KVM. Para melhor gerência, meus discos virtuais estão alocados como volumes lógicos LVM2, o que facilitou muito meu trabalho neste momento.</p>
<p>No meu caso, eu tinha uma VM montada sobre um volume de 10GB, e eu desejava expandir este espaço para 30GB, sem ter que anexar outro volume. Segui rigorosamente estes passos: parar a VM, expandir o volume lógico, dar boot com um CD ou pendrive de boot da distribuição, recriar a tabela de partições com o fdisk com os novos valores, estender a partição ext4 com resize2fs. Acompanhe mais detalhadamente abaixo.</p>
<h3>Volume lógico</h3>
<p>Antes de mais nada, a máquina virtual deverá estar desligada. No servidor hypervisior, execute o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">lvextend -L +20G /dev/logical/plutus</pre>
<p>Isto faz com que meu volume lógico &#8216;plutus&#8217; seja aumentado em 20GiB (veja <a href="http://blogdovicente.com/2009/12/17/qual-a-diferenca-entre-gib-e-gb/" target="_blank">diferença entre GiB e GB</a>)</p>
<h3>Partição física do disco virtual</h3>
<p>Depois de o volume esticado, basta dar o boot na máquina virtual usando um disco de boot externo. Isto é importante porque vamos mexer na estrutura básica das partições. No meu caso eu uso Slackware64 13.1 e fdisk, mas nada impede de usar outra distro e ferramenta. O importante é que não haja formatação na finalização do processo. Aqui, assume-se que você saiba usar a ferramenta escolhida.</p>
<p>Na minha VM, eu tenho duas partições: / (root ou barra) como sda1 de 9,5GiB e swap como sda2 0,5GiB. Neste passo, preciso entrar no fdisk no dispositivo sda e excluir as duas partições. Mas calma! Isto não fará com que você perca seus dados, pois estamos apenas mexendo no mapeamento das partições, onde começa e termina o que. Depois de excluir, criei a partição número 1, que corresponde ao / com o tamanho de 29,5GiB e o restante para swap. Aqui é importantíssimo que se observe o início da partição 1, que deverá estar no mesmo bloco da anterior. Caso contrário, os dados ficarão inacessíveis. Feito isto, basta salvar a nova tabela de partições.</p>
<h3>Estendendo a partição ext4</h3>
<p>Aproveitando que não estamos rodando em cima do disco em questão, vamos efetivar o tamanho da partição útil do sistema. Para isto usarei o comando resize2fs do pacote e2fsprogs. Este passo é muito simples, basta usar o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">resize2fs /dev/sda1</pre>
<p>Isto fará com que ele aumente a partição ext4 para o máximo possível, no caso 29,5GiB. É provável que ele solicite uma checagem com o fsck antes de fazer isto. Basta usar o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">fsck /dev/sda1</pre>
<h3>Finalização</h3>
<p>Agora, basta testar. Antes mesmo de um boot no disco principal, tente montara nova partição:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">mount /dev/sda1 /mnt</pre>
<p>Se tudo correu bem, você poderá navegar na nova partição pelo ponto de montagem /mnt. Agora basta dar um reboot usando o disco principal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>VirtualBox e usb</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/08/12/virtualbox-e-usb/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O VirtualBox tem um recurso de acesso à dispositivos USB da máquina host, mas nem sempre é fácil usá-lo. No meu caso, o host é um Slackware 13.1 Linux. O problema é de permissão e simples de se resolver. No início, quando o sistema de arquivos USB (usbfs) é montado, ele normalmente coloca tudo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O VirtualBox tem um recurso de acesso à dispositivos USB da máquina host, mas nem sempre é fácil usá-lo. No meu caso, o host é um Slackware 13.1 Linux. O problema é de permissão e simples de se resolver. No início, quando o sistema de arquivos USB (usbfs) é montado, ele normalmente coloca tudo para apenas o root ter controle. A mágica está em alterar isto, usando o grupo plugdev, que no Slackware é usado para dispositivos removíveis.<br />
Primeiramente seu usuário deve estar no grupo. Adicione o usuário que vai usar o VirtualBox no grupo com o seguinte comando, no meu caso, usuário eduardo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">usermod -a -G plugdev eduardo</pre>
<p>Agora basta uma alteração no fstab. Acrescente a seguinte linha:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">usbfs            /proc/bus/usb    usbfs       devgid=83,devmode=660 0 0</pre>
<p>Isso fará com que o sistema no início monte o usbfs sendo do grupo do plugdev também, e dando permissão de leitura e escrita para seus membros.</p>
<p>Para resolver isso rapidamente sem reinicializar o sistema, use o seguinte:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">mount -o remount,devgid=83,devmode=660 /proc/bus/usb</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>swapfile</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/07/21/swapfile/</link>
		<comments>http://www.freedominterface.org/2010/07/21/swapfile/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 01:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Para usuários GNU/Linux, é muito comum o termo swap, ou partição swap. Em poucas palavras, ele diz respeito à técnica de extender a memória física, que as vezes não é suficiente, para o disco rígido. No Linux, o subsistema de memória usa um mapeamento virtual da memória, que permite um programa da userspace gravar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para usuários GNU/Linux, é muito comum o termo <em>swap</em>, ou <em>partição swap</em>. Em poucas palavras, ele diz respeito à técnica de extender a memória física, que as vezes não é suficiente, para o disco rígido. No Linux, o subsistema de memória usa um mapeamento virtual da memória, que permite um programa da userspace gravar na memória sem se preocupar onde está fisicamente. Mas este já é assunto para outro post.</p>
<p>Como de costume, logo na instalação de uma distribuição já particionamos o disco de uma tal maneira que uma parte fica reservada para a área de troca, que é a tradução de <em>swap</em>. Alguns usam partições primárias para isto, outros lógicas&#8230; Alguns seguem uma regra que diz que &#8220;a capacidade do <em>swap</em> deve ser o dobro da memória física&#8221;&#8230; mas no final, isso fica mesmo é a critério do administrador do sistema.</p>
<p>O problema da partição é que complica no caso de precisar aumentar seu espaço. Para isto, poderia criar outra partição e ativá-la no sistema, mas seria necessário espaço em disco não particionado.</p>
<p>Uma solução rápida para isto seria criar um arquivo de <em>swap</em>, ou <em>swapfile</em>. Para criá-lo é quase igual à uma partição, já que para o Linux, os dispositivos de block são representados como arquivos e, cá entre nós, uma partição nada mais é que um conteiner grande de dados (um arquivão!). Na prática, sua criação ficaria assim:</p>
<p>Gerar um arquivo do tamanho de 512 * 100.000 bytes (100.000 blocos de 512 bytes) contendo apenas zeros:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">dd if=/dev/zero of=/tmp/swapfile bs=512 count=100000</pre>
<p>Definir o arquivo criado como <em>swap</em>:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">mkswap /tmp/swapfile</pre>
<p>Ativar o novo arquivo no pool de <em>swap</em> do sistema com prioridade 0 (zero):</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">swapon -p 0 /tmp/swapfile</pre>
<p>Verificar o pool <em>swap</em> do sistema:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">swapon -s</pre>
<p>Desativar um dispositivo/arquivo <em>swap</em> do sistema:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">swapoff /tmp/swapfile</pre>
<p>Quanto à performance e aplicabilidade em ambiente de produção, prefiro não opinar, mas acredito ser uma alternativa mais rápida e simples para o aumento da área de troca, <em>swap</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ssh com chave privada</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/07/14/ssh-com-chave-privada/</link>
		<comments>http://www.freedominterface.org/2010/07/14/ssh-com-chave-privada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 15:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo Linux o protocolo ssh é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas. Outro método [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo Linux o protocolo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SSH" target="_blank">ssh</a> é muito utilizado para administração remota e transferência segura de arquivos entre hosts, sendo na maioria servidores. Acredito que sua ampla adoção se deve à simplicidade, velocidade e segurança. Por padrão, na maioria das distribuições Linux ele usa autenticação por senha e um par de chaves públicas.</p>
<p>Outro método de autenticação seria por meio de um par de chaves pública e privada. Nesse método, cada cliente possui uma chave privada que o identifica e deve ser protegida. O servidor recebe a chave pública correspondente de cada cliente para autenticar. Desta forma, não há, à princípio, necessidade de senha. Porém, o próprio certificado pode exigir uma senha para ser acessado, mas assim, ele será único para todos os servidores e não haverá tráfego de senha entre servidor e cliente. Vejamos como fazer isto:</p>
<p>No cliente, é preciso gerar as chaves com o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh-keygen</pre>
<p>Ele perguntará por uma senha. Caso queira fornecer, digite-a. Caso queira que o acesso seja direto, deixe em branco. Por padrão, ele gerará dois arquivos: ~/.ssh/id_rsa e ~/.ssh/id_rsa.pub. Respectivamente eles são a chave privada e pública em algorítmo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSA" target="_blank">RSA</a>. Copie a chave pública para o servidor (assumindo que o IP dele é 10.0.0.8):</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">scp ~/.ssh/id_rsa.pub 10.0.0.8:~</pre>
<p>No servidor, insira a chave pública recém recebida na lista de chaves autorizadas:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">cat ~/id_rsa.pub &gt;&gt; ~/.ssh/authorized_keys</pre>
<p>Feito isto, basta alterar o modo de autenticação do servidor. Acesse o arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config e altere, acrescente ou descomente as seguintes opções para que confira com o modelo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
# Define autenticação por chave pública RSA.
RSAAuthentication yes
PubkeyAuthentication yes
AuthorizedKeysFile     .ssh/authorized_keys

# Desabilita autenticação por senha
PasswordAuthentication no
PermitEmptyPasswords no
</pre>
<p>Reinicialize o serviço do ssh. No Slackware execute <strong>/etc/rc.d/rc.sshd restart</strong>. Agora está pronto, basta testar. No cliente, pode-ser conectar usando duas sintaxes:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh 10.0.0.8</pre>
<p>Use o exemplo acima caso o nome do arquivo e caminho da chave seja o padrão, ~/.ssh/id_rsa. Se for diferente, a seguinte sintaxe será necessária:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">ssh -i &lt;caminho completo para chave privada&gt; 10.0.0.8</pre>
<p>Para mais informações, o bom e velho <strong>man</strong> sempre ajuda.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>libvirt e LVM2</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/07/07/libvirt-e-lvm2/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 03:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ótima forma de criar uma estrutura para suportar máquinas virtuais é a parceria entre libvirt e LVM2. No meu caso em específico, uso o emulador qemu-kvm para rodar minhas máquinas virtuais. A seguir, apresentarei como se cria um pool de volumes lógicos no libvirt e como converter máquinas já criadas em arquivos de imagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ótima forma de criar uma estrutura para suportar máquinas virtuais é a parceria entre libvirt e LVM2. No meu caso em específico, uso o emulador qemu-kvm para rodar minhas máquinas virtuais. A seguir, apresentarei como se cria um pool de volumes lógicos no libvirt e como converter máquinas já criadas em arquivos de imagens.</p>
<p>Antes de tudo, é necessário que já tenha sido criado um grupo virtual. Como isso não está no escopo do post, recomendo navegar por <a href="http://www.tldp.org/HOWTO/LVM-HOWTO/commontask.html" target="_blank">esse howto</a>. Com o grupo criado e ativado, vamos criar a definição do pool para o libvirt. Abra um editor de texto, como o vim, e coloque nele o seguinte texto:</p>
<pre class="brush: xml; title: ; notranslate">
&lt;pool type='logical'&gt;
&lt;name&gt;logical&lt;/name&gt;
&lt;source&gt;
&lt;device path='/dev/sdb1'/&gt;
&lt;name&gt;logical&lt;/name&gt;
&lt;format type='lvm2'/&gt;
&lt;/source&gt;
&lt;target&gt;
&lt;path&gt;/dev/logical&lt;/path&gt;
&lt;/target&gt;&lt;/pool&gt;</pre>
<p>Nesse exemplo, vamos assumir que a partição que compõe o grupo logico é o /dev/sdb1. Após, salve com um nome sugestivo, como por exemplo logical.xml. Agora só resta registrar no libvirt.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">virsh pool-define logical.xml</pre>
<p>Mesmo registrado, o sistema ainda não ativou o pool. É recomendado que ele seja marcado como <strong>autostart</strong>, para que caso o libvirt pare, ele ative automaticamente o pool. Para isto, basta os seguintes comandos:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
virsh pool-autostart logical
virsh pool-start logical
</pre>
<p><a name="vol-create-as"></a>Com o pool inicializado, agora só resta criar um volume lógico dentro dele:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">virsh vol-create-as logical disco_teste 10GB</pre>
<p>Este comando criará um volume lógico de nome disco_teste no grupo logical tendo como capacidade 10GiB</p>
<h3>Convertendo arquivos de imagens em volumes lógicos</h3>
<p>Caso já tenha uma máquina virtual configurada em um arquivo de imagem nos formatos suportados pelo qemu, basta convertê-lo usando o próprio qemu-img para o formato desejado. Na versão 0.12.4 os formatos suportados são: cow, qcow, vdi, vmdk, cloop, dmg, bochs, qcow2, host_device, raw entre outros.</p>
<p>Antes de começar, é preciso criar um volume lógico com o mesmo tamanho da imagem existente. Para ter o valor correto, use a ferramenta qemu-img para saber o tamanho total da imagem:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">qemu-img info disco.img</pre>
<p>Ele retornará algo como:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
image: disco.img
file format: qcow2
virtual size: 10G (10737418240 bytes)
disk size: 4.0G
cluster_size: 65536
</pre>
<p>Veja que, embora o arquivo tenha tamanho de 4GB, ele pode crescer até o tamanho virtual, que é de 10GB para esta imagem. Agora, crie um volume lógico com este tamanho seguindo o modelo logo <a href="#vol-create-as">acima</a>.</p>
<p>Eu conheço duas formas de levar o arquivo de imagem para um volume lógico. A primeira é usando o qemu-img para já gravar a imagem no volume:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">qemu-img convert -f qcow2 -O host_device disco.img /dev/logical/disco_teste</pre>
<p>Ou então, com uma etapa a mais, e portanto mais demorada, transformando a imagem do formato nativo para raw e depois transferindo os dados de forma bruta para o volume com o <strong>dd</strong>:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
qemu-img convert -f qcow2 -O raw disco.img disco.raw
dd if=disco.raw of=/dev/logical/disco_teste
</pre>
<p>O resultado de ambos é o mesmo. Desde que tenha um domínio registrado com esse disco, agora é só usar o volume lógico recém criado. A definição de um disco em volume lógico segue o modelo:</p>
<pre class="brush: xml; title: ; notranslate">
&lt;devices&gt;
...
&lt;disk type='block' device='disk'&gt;
&lt;source dev='/dev/logical/disco_teste'/&gt;
&lt;target dev='sdc' bus='scsi'/&gt;
&lt;/disk&gt;
...
&lt;/devices&gt;
</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>LVM2 Snapshot</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/07/06/lvm2-snapshot/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessas ultimas semanas andei procurando por uma solução eficiente para backups de discos, se possível, usando imagens. Eis que conheço o recurso de snapshot do LVM2. Ele é bastante fácil de usar, mas, é lógico, você precisa de uma partição no seu disco do tipo LVM, tipo 8e. Tendo isto em mãos, basta criar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessas ultimas semanas andei procurando por uma solução eficiente para backups de discos, se possível, usando imagens. Eis que conheço o recurso de snapshot do LVM2. Ele é bastante fácil de usar, mas, é lógico, você precisa de uma partição no seu disco do tipo LVM, tipo 8e.</p>
<p>Tendo isto em mãos, basta criar um grupo de volumes lógicos do tamanho desejado na nova partição LVM. Isso pode ser feito com o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">vgcreate logical /dev/sdb1</pre>
<p>No meu caso, eu não especifiquei o tamanho máximo do grupo, portanto ele pega todo o espaço disponível em sdb1. A grosso modo, o grupo de volumes lógicos está para um disco físico assim como os volumes lógicos estão para as partições. A diferença é que a virtualização do disco permite um ambiente mais flexível e simples.</p>
<p>Com o grupo pronto, basta adicionar os volumes. Meu disco tem 80GB, e para teste vou gerar um volume de 10GB chamado <strong>teste</strong> no grupo <strong>logical</strong>:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">lvcreate -L10G -n teste logical</pre>
<p>Pronto! Agora pode verificar que existe um dispositivo de bloco criado em /dev/logical/teste. Ele representa o volume lógico. Ele se comporta como um dispositivo de bloco comum, e portanto, pode ser tratado como um. Para conseguir usar, esse volume precisa ser formatado. Eu costumo usar o raiserfs, mas pode ser usado ext3, ext4, xfs&#8230;</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
mkreiserfs /dev/logical/teste
mount -t reiserfs /dev/logical/teste /mnt/tmp
</pre>
<p>O volume agora pode ser usado normalmente. É só acessar o ponto de montagem /mnt/tmp. Com o ambiente todo pronto, agora vamos ao que interessa, o snapshot. Assumindo que o volume está em plena produção, vamos simular uma situação de backup online, que é a aplicação mais óbvia que vejo neste recurso. Para melhor entendimento, vamos analisando os passos seguintes:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">lvcreate -L 500M -s -n backup /dev/logical/teste</pre>
<p>Isso fará com que seja criado um volume lógico de 500MB, de nome backup e tipo snapshot do volume já existente /dev/logical/teste. O tamanho do snapshot é claramente menor que o volume original, e isso não está errado. No momento em que o snaphot é criado, o sistema &#8216;congela&#8217; o volume original para que possamos trabalhar com ele sem que haja alterações, e o tamanho do snapshot representa o volume de alterações que ele permitirá que o sistema em produção faça nesse volume sem que seja prejudicado. A grosso modo, é como se fosse um buffer de alterações, que são armazenadas sem serem efetivadas no volume original. Para aqueles que conhecem o sistema de arquivamento e hotbackup de SGBDs, é a mesma coisa.</p>
<p>Muitos dão exemplos de backups usando snapshots montando o volume snapshot e copiando os arquivos com <strong>cp</strong>, compactando com <strong>tar</strong> e <strong>gz</strong>, mas eu normalmente crio uma imagem completa com o <strong>dd</strong>. De qualquer forma, apresentarei ambos abaixo:</p>
<h3>Tar e gz</h3>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
mount -t reiserfs /dev/logical/backup /mnt/tmp0
tar cf ~/backup.tar.gz /mnt/tmp0
</pre>
<h3>dd</h3>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
dd if=/dev/logical/backup of=~/backup.img
</pre>
<p>Depois do backup, basta remover o snapshot que as alterações serão aplicadas.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">lvremove -f /dev/logical/backup</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>diff binário</title>
		<link>http://www.freedominterface.org/2010/06/28/diff-binario/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu procurando por uma solução de patch binário para compor uma parte do meu sistema de backups. Pois bem, embora não seja o cerne de tudo, vou explicar meu cenário para que seja melhor entendido. Eu estou trabalhando com máquinas virtuais com imagens de discos em volumes lógicos (LVM). Usando o recurso de snapshot [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu procurando por uma solução de patch binário para compor uma parte do meu sistema de backups. Pois bem, embora não seja o cerne de tudo, vou explicar meu cenário para que seja melhor entendido.</p>
<p>Eu estou trabalhando com máquinas virtuais com imagens de discos em volumes lógicos (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LVM" target="_blank">LVM</a>). Usando o recurso de snapshot do LVM, que é assunto para outro post, eu estava copiando inteiramente a imagem para um backup, através do comando <strong>dd</strong>. O problema é ter que fazer uma cópia full da  imagem a cada backup. Minha máquina de teste tem 10GB, mas imagina um servidor em produção, que pode ter várias dezenas de GBs&#8230; Fica inviável o backup deste jeito. Assim começou a busca por uma solução de calcular a diferença entre os dois binários, imagem de produção e a backup, para assim gerar um patch com somente o necessário para transferir ao servidor de backup. Após, eu precisaria aplicar este patch e assim atualizar a iamgem.</p>
<p>Pesquisando no oráculo Google, encontrei este <a href="http://www.daemonology.net/bsdiff/" target="_blank">site</a>. Lá pude baixar dois fontes, <strong>bsdiff</strong> e <strong>bspatch</strong>. Esses são versões &#8216;binárias&#8217; do GNU diff e patch. Depois de baixar, compilei usando o Makefile do próprio pacote. Como ele foi feito para os *BSD, o formato do Makefile é um pouco diferente. Para compilar direitinho, crie um arquivo chamado <strong>Makefile.patch</strong> no mesmo diretório do fonte. Dentro dele, coloque o seguinte conteúdo:</p>
<pre class="brush: diff; title: ; notranslate">
--- Makefile    2010-06-28 14:52:42.351369894 -0300
+++ Makefile.gnu        2010-06-28 14:53:29.883369968 -0300
@@ -1,4 +1,5 @@
 CFLAGS         +=      -O3 -lbz2
+INSTALL                ?=      /bin/install

 PREFIX         ?=      /usr/local
 INSTALL_PROGRAM        ?=      ${INSTALL} -c -s -m 555
@@ -10,6 +11,6 @@

 install:
        ${INSTALL_PROGRAM} bsdiff bspatch ${PREFIX}/bin
-.ifndef WITHOUT_MAN
+ifndef WITHOUT_MAN
        ${INSTALL_MAN} bsdiff.1 bspatch.1 ${PREFIX}/man/man1
-.endif
+endif
</pre>
<p>Salve o arquivo e aplique o patch da seguinte forma:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">patch -p0 &lt; Makefile.patch</pre>
<p>Depois disso, é só instalar:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">make install</pre>
<p>Para testar, fiz o seguinte: copiei para uma pasta os binários /bin/ls e /bin/bash. Lá, calculei a diferença usando o bsdiff:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">/usr/local/bin/bsdiff ls bash teste</pre>
<p>Assim, foi criado o arquivo binário <strong>teste</strong>, que é a diferença entre <strong>ls</strong> e <strong>bash</strong>, ou seja, um patch. Depois, eu resolvi aplicar este patch no próprio <strong>ls</strong>. Assim, eu faria este <strong>ls</strong> se transformar no <strong>bash</strong>.</p>
<p>/usr/local/bin/bspatch ls ls_patched teste</p>
<p>Realmente, aconteceu como eu esperava. O comand <strong>bspatch</strong> gerou um binário <strong>ls_patched</strong>, que é o resultado do <strong>ls</strong> + <strong>teste</strong>. E adivinha, ele é exatamente o <strong>bash</strong>. Executa  direitinho.</p>
]]></content:encoded>
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