Arquvo de ‘Dicas’
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Log channels Asterisk
No asterisk, além dos logs padrão, é possível definir seus próprios logs. Para isto, basta criar um novo log channel dentro do arquivo logger.conf. Veja o exemplo:
Acrescente o a seguinte linha no arquivo logger.conf na seção logfiles:
test => notice,warning
Na console do asterisk, digite:
pbx*CLI> logger reload
Pronto, um novo arquivo de log está sendo gerado na pasta de logs do asterisk com as informações de notice e warning.
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procps-dev
Essa semana precisei implementar uma função da biblioteca libproc para que meu programa só permitisse uma instância. O problema é que eu precisava dos headers do pacote procps, mas por padrão o Slackware não instala.
Por isso, precisei fazer manualmente, baixar o pacote, desempacotar e copiar para a pasta de headers. Não sei se futuramente esses valiosos arquivos serão inclusos no pacote oficial, mas de qualquer maneira, eu criei um SlackBuild que possa ajudar quem está na mesma que eu.
#!/bin/bash MIRROR=${MIRROR:-http://ftp.belnet.be/packages/slackware/slackware_source/} VERSION=${VERSION:-3.2.7} ARCH=noarch BUILD=${BUILD:-2duderamos} CWD=$(pwd) TMP=${TMP:-/tmp} PKG=$TMP/package-procps-dev rm -rf $PKG rm -rf $TMP/procps-$VERSION if [ ! -f procps-${VERSION}.tar.gz ];then wget "${MIRROR}/a/procps/procps-${VERSION}.tar.gz" || exit 1 fi cd $TMP tar xzvf $CWD/procps-$VERSION.tar.gz || exit 1 mkdir -p $PKG/install mkdir -p $PKG/usr/include/procps mkdir -p $PKG/lib cd $TMP/procps-$VERSION cp proc/*.h $PKG/usr/include/procps cat $CWD/slack-desc > $PKG/install/slack-desc cat $CWD/doinst.sh > $PKG/install/doinst.sh cd $PKG makepkg -l y -c n $TMP/procps-dev-$VERSION-$ARCH-$BUILD.txz rm -rf $TMP/procps-$VERSION.tar.gz rm -rf $TMP/procps-$VERSION rm -rf $PKG -
Youtube URL offset
Hoje, por acaso, acabei descobrindo uma coisa muito interessante no Youtube. É possível abrir um vídeo não só pelo início, mas por qualquer parte dele.Não sei se ficou claro, mas segue a dica:
http://www.youtube.com/watch?v=[video id]#at=[tempo de offset em segundos]
Exemplo:
http://www.youtube.com/watch?v=EShea9vWFtI#at=30
Vai começar o vídeo METNAL – Perfect Strangers (Deep Purple Cover) – Curitiba a partir de 30 segundos do início.
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Repositório local Slackware
Que usuário Slackware nunca pensou em criar em sua rede um repositório
local dos pacotes current? Bem… eu já. Como tenho vários servidores Slackware em minha rede, seria muito mais fácil puxar tudo de uma vez e manter sincronizado a cada período.Pesquisando na Internet como eu poderia fazer isso, encontrei a solução implementada por Eric Hameleers em seu blog. Logo baixei e fiz funcionar. Pronto, agora só me falta configurar o slackpkg de todos.
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linkfailover 1.0 testado e aprovado
Hoje finalmente consegui implantar uma solução para falha de links no meu Linux. O linkfailover assume um gateway como sendo primário e uma lista de outros alternativos. Caso o primário falhe, ele busca na lista de alternativos um que esteja disponível para assumir a saída de pacotes. Acredito que existam outras implementações para essa solução, mas esta foi a que casou perfeitamente com a minha necessidade. Faça o download aqui. -
Montar partição de VM em host
Há momentos em que é necessário trabalhar com um disco ou partição de um servidor Linux sem que ele seja usado no boot. Normalmente em PCs usamos um disco de boot que nos entrega um shell para darmos comandos. Geralmente isto é feito para depuração de problemas na partição.
Em máquinas virtuais baseadas no KVM, é possível montar uma partição de uma máquina virtual no servidor hospedeiro. Para isto, basta usar o módulo Network block driver (nbd). Para habilitar, verifique se sua configuração do kernel contém “CONFIG_BLK_DEV_NBD=m” ou “CONFIG_BLK_DEV_NBD=y”. Caso seja um módulo, basta carregá-lo com o modprobe.
modprobe nbd max_part=63
Mais informações, use: modinfo nbd.
No pacote do qemu-kvm, vem uma ferramenta chamada qemu-nbd. Com ela, basta conectar algum dos arquivos de bloco nbd à imagem do disco virtual. No meu caso:
qemu-nbd -c /dev/nbd0 /dev/logical/dns2
.
Ele critou outros arquivos de blocos, representando todas as partições do meu disco virtual: /dev/nbd0p1, /dev/nbd0p2 e /dev/nbd0p3. Com isto, basta eu montar este bloco a alguma pasta do sistema, como no exemplo:
mount /dev/nbd0p1 /mnt/tmp
Vale lembrar que o hospedeiro precisa ter suporte ao sistema de arquivos da partição que será montada.
Para desconectar, é preciso desmontar as partições montadas anteriormente e desconectar o dispositivo.
qemu-nbd -d /dev/nbd0
Mais informações use “qemu-nbd -h” ou “man qemu-nbd”.
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KVM+libvirt em hugepages
O uso de hugepages em domínios KVM no libvirt é muito simples, e pode ser aplicada tanto em VMs já instaladas como em novas. Na definição do domínio, certifique que haja a seguinte estrutura:
... <memoryBacking> <hugepages/> </memoryBacking> ...
Para não haver problemas, certifique também que há páginas suficientes para hospedar a quantidade de memória do domínio. Lembrando que em um sistema x86 32 bit e 64 bit, ocupam 4096KB e 2048KB respectivamente. Sendo assim, um domínio de 256MB deverá ter disponível 64 páginas para um processador 32 bit e 128 páginas para um 64 bit.
Para descobrir quanto há de páginas disponíveis, verifique o arquivo /proc/meminfo:
[ćode lang="bash"]grep -i huge /proc/meminfo[/code]
O libvirt também tem que estar preparado para gerenciar domínios com hugepages. Para ativar este recurso, o arquivo /etc/libvirt/qemu.conf deverá conter a seguinte opção, sendo /dev/hugepages o caminho para acesso à hugepages (como mencionado no post anterior):
hugetlbfs_mount = "/dev/hugepages"
Feito isto, basta reinicializar o libvirtd para que as configurações tomei efeito e inicializar o domínio configurado. Verifique o uso das hugepages para confirmar seu uso.
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hugepages
Estudando o sistema de gerenciamento de memória do Linux, encontrei um recurso interessante para uso mais eficiente de memória.Para ficar claro, explicarei brevemente como funciona o gerenciamento de memória do Linux.
Paginação
O Linux, na sua inicialização, verifica a quantidade de memória disponível e mapeia o endereçamento. Isto é feito pela MMU (Memory Management Unit) que atribui endereços virtuais para melhor gerenciamento. Assim é possível uso de swaping e transparência para os processos. Mais detalhes serão abordados em outro post.
Quando um processo faz uma requisição de memória ao Linux, este aloca o espaço solicitado em forma de páginas. As páginas, numa rápida analogia, é o mesmo que os blocos nas partições. Eles tem um cabeçalho e a área de dados propriamente dita. As páginas, em arquitetura x86, têm o tamanho de 4KB. Isto indica que quando precisamos de 12KB, o sistema aloca 3 páginas e entrega ao processo.
Hugepages
Este é um método bacana de estender as páginas para um tamanho maior. Como vimos, o Linux entrega páginas de tamanho fixo, e isso pode gerar um certo desperdício. Vejo isso em dois aspectos: overhead e uso real não múltiplo de 4.
Caso eu queira 10KB de memória, o sistema me entregará o maior múltiplo imediato para mim, ou seja, 12KB. Ou então, mesmo que eu use exatamente um múltiplo de 4, ao requisitar 120MB, terei 30720 páginas. Isso significa 30720 cabeçalhos, que mesmo que pequenos, representam uma perda.
Hugepages permite uso de páginas de 4MB em sistemas x86 de 32 bit e 2MB de 64bit. Assim, há um uso mais eficiente da memória quando é necessário um grande volume de memória. Outra característica também é que esse tipo de páginas não pode ser movida para a área swap.
Ativação e uso
Para tirar proveito desse tipo de paginação, é preciso que o kernel esteja preparado antes. Para isso, certifique que seu kernel tenha as seguintes opções ativadas:
CONFIG_HUGETLBFS=y CONFIG_HUGETLB_PAGE=y
Através do ‘make menuconfig’ vá em File Systems -> Pseudo filesystems -> HugeTLB file system support.
Depois de compilado e instalado o kernel, verifique se foi devidamente ativado:
grep -i huge /proc/meminfo HugePages_Total: 0 HugePages_Free: 0 HugePages_Rsvd: 0 HugePages_Surp: 0 Hugepagesize: 2048 kB
Se apareceu algo parecido com isso, agora só falta alocar as páginas. Para isto, é necessário que haja espaço contíguo disponível para a quantidade que será alocada. Desta forma, é mais interessante alocar logo na inicialização do sistema. Para isto, acrescente a seguinte linha no arquivo /etc/sysctl.conf:
vm.nr_hugepages=256
Isto dirá ao kernel na inicialização alocar 256 páginas de tamanho 2048KB (no meu sistema 64 bit), Assim totalizando 512MB (256 * 2048KB = 512MB). Para tomar efeito, será preciso reinicializar o sistema.
Depois de reinicializado, certifique que tudo correu bem:
grep -i huge /proc/meminfo HugePages_Total: 256 HugePages_Free: 256 HugePages_Rsvd: 0 HugePages_Surp: 0 Hugepagesize: 2048 kB
Veja que nenhuma página foi usada. Um processo que queira fazer isto, deverá requisitar explicitamente por hugepages. Para criar uma interface de acesso, é preciso montar uma pseudo partição hugetlb. Acrescente no seu fstab:
hugetlbfs /dev/hugepages hugetlbfs defaults 0 0
Como o diretório /dev/hugepages não existe, é preciso criá-lo também antes de montar.
Uma boa aplicação para isto são máquinas virtuais baseadas em KVM, como descreverá o próximo post.
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Converter discos virtuais
Há uma diversidade de hypervisiors no mercado, e com isso, há também uma diversidade de formatos de discos virtuais (vdi, vmdk, qcow, raw…) e muitas precisamos portar uma para a outra.
Uma forma prática e fácil de converter imagens é usando o qemu-img. Este utilitário acompanha o pacote qemu-kvm, que pode ser baixado e usado livremente. Veja alguns exemplos para converter discos:
vdi -> qcow
qemu-img convert -f vdi -O qcow origem.img destino.img
vmdk -> qcow
qemu-img convert -f vmdk -O qcow origem.img destino.img
vmdk -> vdi
qemu-img convert -f vmdk -O vdi origem.img destino.img
qcow -> raw
qemu-img convert -f qcow -O raw origem.img destino.img
raw -> qcow2
qemu-img convert -f raw -O qcow2 origem.img destino.img
qcow2 -> volume lógico (já citado em “Convertendo arquivos de imagens em volumes lógicos“)
qemu-img convert -f qcow2 -O host_device origem.img /dev/logical/destino
No final de contas, essa brincadeira pode ser feita entre todos estes formatos: cow qcow vdi vmdk cloop dmg bochs vpc vvfat qcow2 parallels nbd host_cdrom host_floppy host_device raw tftp ftps ftp https http
Mais informações sempre podem ser encontradas no manual.
man qemu-img
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VirtualBox e usb
O VirtualBox tem um recurso de acesso à dispositivos USB da máquina host, mas nem sempre é fácil usá-lo. No meu caso, o host é um Slackware 13.1 Linux. O problema é de permissão e simples de se resolver. No início, quando o sistema de arquivos USB (usbfs) é montado, ele normalmente coloca tudo para apenas o root ter controle. A mágica está em alterar isto, usando o grupo plugdev, que no Slackware é usado para dispositivos removíveis.
Primeiramente seu usuário deve estar no grupo. Adicione o usuário que vai usar o VirtualBox no grupo com o seguinte comando, no meu caso, usuário eduardo:usermod -a -G plugdev eduardo
Agora basta uma alteração no fstab. Acrescente a seguinte linha:
usbfs /proc/bus/usb usbfs devgid=83,devmode=660 0 0
Isso fará com que o sistema no início monte o usbfs sendo do grupo do plugdev também, e dando permissão de leitura e escrita para seus membros.
Para resolver isso rapidamente sem reinicializar o sistema, use o seguinte:
mount -o remount,devgid=83,devmode=660 /proc/bus/usb
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