Arquvo de ‘catástrofes’
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The recovery
Continuando o post anterior…
Quando vi que nada funcionava bateu aquele gelo: PUTZ! COMO FUI FAZER ISSO?! Logo pensei: preciso ficar frio e encarar este desafio agora, recuperar o sistema… Já abri uma VM que tenho aqui de testes e dei o mesmo comando suicida, para representar o cenário e propor uma solução. Logo pensei: vou isolar esse disco virtual e trabalhar com ele em secudário, já que ele zuado não iniciará. Como eu estava trabalhando com um Slackware, em ambos sistemas, já resolvi inicializar via DVD de instalação, já que o Slackware entrega um bash no início da instalação.
Depois de inicializado pelo DVD, montei a partição / da instalação estragada no diretório virtual /mnt (virtual sim porque inicializei via DVD). Montou sem problemas, mas é claro, não estraguei a partição, e sim o sistema. Fui até o diretório que foi promovido ao novo /, o /mnt/usr/src/twolame, e verifiquei que todas as pastas movidas estavam lá, e totalmente acessíveis e com as permissões originais. Simplesmente executei o comando inverso da cagada:
mv /mnt/usr/src/twolame/* /mnt
Pronto, sem mensagens de erro. Para ver se tive êxito, reinicializei o sistema, mas procurando o boot no disco da VM. Simpirilim! Funcionou. Parace que o sistema nunca passou pelo que passou. Tudo em seu devido lugar, apenas parti para a máquina física que foi abençoada com meu comando mortal para fazer o mesmo.
Resumindo… tudo resolvido. UFA!
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Oh shit!
Há momentos na vida em que a gente deseja fortemente ter o recurso de rollback ou, no vulgo, ctrl+z. Esta noite realmente eu me superei. Ao tentar compilar um pacote Slackbuild, consegui destruir o meu sistema. Veja o tamanho da cagada:
Criei uma pasta para os arquivos que ia trabalhar, mkdir twolame. Lá dentro baixei os arquivos do slackbuilds.org, referentes à este pacote. Os arquivos são pacote tarball dos fontes; twolame.tar.gz, que contém o script slackbuild e outros de apoio; e a assinatura twolame.tar.gz.asc. Para compilar descompactei o twolame.tar.gz e aí que começou o inferno.
Com a simples finalidade de mover todo o conteúdo da pasta twolame recém gerada para a pasta local (.), fui dar o seguinte comando:
mv twolame/* .
Mas ao digitar, pressionei o ‘t’ do twolame muito fraco, tanto que nem chegou a ser impresso na tela, e eu como sou distraído, ou confiante demais, apertei o tab para auto-completar, o que não aconteceu, e segui com o /* .. Nem precisa dizer o que saiu né:
mv /* .
Bem, acho que nem preciso dizer que após este comando, nada mais funcionou né. O pior foi pensar que este sistema seria ativado em um cliente no dia seguinte. Por isso sempre digo, nunca dê acesso de root para criança.
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