• Rede de conhecimento

    Data:2011.01.13 | Categoria"viagens", filosofias | Tags: ,,

    Hoje de manhã, em conversa com meu companheiro de trabalho, banda e principalmente grande amigo Valdecir, acabei viajando de como é, na minha visão, a construção do conhecimento na nossa mente. É lógico que não tenho embasamento neurológico, psicológico ou qualquer outro *lógico. Isso é apenas fruto da minha imaginação e bom senso.

    Um dia eu pensei: Melhor que ser especialista em qualquer assunto, é ser especialista em aprender. Assim eu poderia aprender hipoteticamente qualquer assunto com maior facilidade. E foi isso que tentei fazer.

    Os 3 níveis

    Não me lembro bem onde e quando aprendi isso, mas a ‘sabedoria’ ocorre em três níveis: dados, informações e conhecimentos. Para melhor entender, vou usar analogia.

    Dados

    Dados são isolados e não carregam muitos significados. Se eu apenas disser ’10′, não há sentido algum, mas é um dado.

    Informações

    Estas são formadas de reunião e sintetização dos dados. Neste nível, significados começam a surgir, mas continuam incompletos. Posso agora dizer ‘faço café com 10 colheres de açucar e 6 colheres de pó de café’. Informações já se mostram mais úteis que os dados.

    Conhecimentos

    Os conhecimentos são sínteses de informações e dados. Estes geralmente incluem conclusões lógicas de experiências. Assim posso concluir que ‘se eu usar 8 colheres de açucar com 8 colheres de pó de café posso produzir uma bebida menos doce e mais saborosa’ e ‘caso use mais água, preciso seguir a proporção de açucar e café para manter o mesmo sabor’.

    Com isso, percebi que dá para estabelecer relações entre praticamente qualquer assunto, diretamente ou indiretamente, assim como contatos numa rede social e a própria Internet. Assim, eu posso encadear dados, informações e conhecimentos uns com os outros e facilitar a produção de mais conhecimento com o cruzamento de dados e informações. Isto também permite a mente manter vivamente na memória e facilita o acesso rápido e íntegro de nossas memórias.

    Comigo é mais ou menos isso o que acontece, e acredito que seja uma boa forma de amarrar nossas experiências. A palavra-chave é: Conectar.